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Riscos Cibernéticos

As ameaças já fazem parte do cotidiano das empresas.
Aqui, nós ensinamos como sua empresa pode se proteger.
É hora de se preparar e prevenir. Juntos podemos ajudar
a criar um ambiente mais seguro.

Em 2012, um código malicioso, o virus “Shamoon” atacou os computadores da empresa saudita de petróleo, Saudi Aramco.
A melhor maneira de manter sua empresa segura é se preparando. Todo investimento e conscientização é de extrema importância para tornar mais eficiente a resposta e para reduzir os custos de um crime cibernético.
Em 2017, o Ransomware WannaCry atacou 230 mil computadores em 150 países, com prejuízos estimados em US$ 4 bilhões.
Duas a cada três empresas norte-americanas fazem o correto gerenciamento de riscos, com seguros para riscos cibernéticos. Enquanto no Brasil a consciência em torno do assunto ainda é rasa, ao ponto de algumas empresas podem demorar cerca de 200 dias para ter capacidade de reagir a um ataque.
O custo anual de ataques hackers ultrapassa US$ 3 trilhões em perdas de ativos. E o maior impacto é visto nos contínuos gastos que sucedem o evento.
Perigos da Internet: os ataques são inevitáveis. Toda empresa é um alvo em potencial. A conectividade nos trouxe isso. A cada dia mais integradas, mais interconectadas, as empresas de todo e qualquer setor passam a ser alvos para criminosos, seja como porta de entrada de algo muito maior, sendo o elo mais fraco de uma cadeia de suprimentos sofisticada, ou como mina de ouro em função da qualidade de ativos intangíveis que possuem.
Ataques cibernéticos estão entre as 10 principais preocupações das empresas na gestão de riscos e administração de seus negócios.
Duas a cada três empresas norte-americanas fazem o correto gerenciamento de riscos, com seguros para crimes cibernéticos.

Além dos hackers e crimes cibernéticos, sua
empresa precisa estar pronta para as novas leis:

Poucos anos atrás, perigos da internet e, entre eles os crimes cibernéticos, eram apenas temas de filmes de ficção científica. A tecnologia era um mar inexplorado de possibilidades e avanços, no entanto as mesmas descobertas que inovaram o jeito como conduzimos nossos negócios trouxeram os riscos que podem inviabilizar e descontinuar as nossas operações.

Atualmente, crimes cibernéticos são a 5ª maior preocupação dos empresários, que analisam formas de mitigação e gestão dos riscos.

Ataques cibernéticos como o Wanna Cry, que em 12 de maio de 2017 infectou 230 mil computadores em 150 países, provocando um prejuízo estimado em 4 bilhões de dólares OU o escândalo com a empresa Cambridge Analytica, nas eleições americanas, escancarou as graves consequências do uso ilimitado, por vezes inconsequente e até mesmo irresponsável, de dados como modelo de negócios.

Outro fato fundamental que acendeu o sinal de alerta nas empresas foi a aprovação pela União Européia da GDPR - General Data Protection Regulation, em 24 de maio de 2018. Movimento que reflete a preocupação das nações com o tema.

A GDPR regula e protege o uso e o processamento dados pessoais de pessoas na União Europeia, garantindo aos indivíduos detentores destes dados seus direitos fundamentais no que tange o tema. Trata inclusive de assuntos como transferência internacional de dados entre empresas, expandidndo sua eficacia extraterritorial.

Responsáveis pela gestão de riscos corporativos devem entender que as multas podem variar de 20 milhões de euros (cerca de R$ 85 milhões) a 4% do faturamento global da empresa.

Aqui no Brasil, o cenário para crimes cibernéticos e uso de dados pessoal muda radicalmente com sanção presidencial da Lei 13.709/2018 que entrará em vigor 18 meses após a publicação no diário oficial, que ocorreu em 15 de agosto de 2018. A lei é similar à GDPR, documento no qual se baseou em muitos aspectos, inclusive em termos de aplicação, princípios, sanções e penalidades. Toda via, vale ressaltar que a Lei Brasileira é menos restrita que a GDPR não fazendo distinção, por exemplo, entre PMEs e grandes empresas. Da forma como foi publicada se aplicada a todos. Ainda são esperadas mudanças durante os próximos 18 meses.

Por isso, uma nova análise de risco financeiro e gerenciamento de risco precisa ser feita com urgência pelas empresas de grande, médio e pequeno porte.

Com a crescente digitalização das relações comerciais e vazamentos de dados cada vez mais frequentes, o mais difícil é determinar de onde a ameaça está vindo. falar com um especialista

RISCO CIBERNÉTICO É A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DAS EMPRESAS. Fale com A Aon

Com a crescente digitalização das relações comerciais e vazamentos de dados cada vez mais frequentes, o mais difícil é determinar de onde a ameaça está vindo. Fale com a Aon

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